Um Sopro Perdido
A vida é como um sopro, uns dias leve, uns dias forte.
230
"Tenho de tornar claro que não desejo ser preocupação para ninguém, não quero que sofram por minha causa, gostaria apenas de um pouco de calma neste corpo tão cansado."
Eu quero paz. Eu quero amor. Eu quero fé. Eu quero alegria. Eu quero sinceridade. Eu quero respeito. Eu quero valores. Eu quero honestidade.
Eu quero liberdade.
Eu quero encontrar alguém que me faça feliz. Eu quero ter boas companhias. Eu quero amizades sinceras e honestas. Eu não quero mais julgar as pessoas. Eu não quero mais esse tipo de futilidade em minha vida.
Eu quero paz.
Eu vou me libertar de todo mal. De tudo aquilo que me faz mal. Eu vou correr riscos mais vibrantes, ter fé e desafiar a montanha. Eu vou buscar um lugar ao sol, e meus objectivos e sonhos serão a minha dádiva. Vou erguer minha cabeça para cada coisa que me tentarem fazer, vou ignorar, não vou aquecer a cabeça. Eu vou ser alguém melhor, e para estarem ao meu lado deverão ser também.
Eu vou ser forte, sem esquecer daqueles que não se esquecem de mim.
228
"Não consigo perceber, chama-se amor... Dizem, bom sentimento, mas vejo provocar dor...
Comparam com felicidade, outros com uma alhada, nunca ouvi falar de amor sem um lágrima derramada...
E Desejam, planeiam, ser Romeu e Julieta, no entanto nesta história, esquecem uma faceta... Tragédia no final, o amor tem um problema, não são apenas palavras bonitas de um poema.
É um sentimento complexo, difícil de perceber, causador de sofrimento ou boa razão para viver...
Eu não entendo, haverá definição? Se existe quero saber... "
227
226
225
223
221
220
Gosto dos teus olhos
Gosto do teu cabelo
Gosto do toque da tua pele
Gosto do teu corpo
Gosto de quando me fazes rir
Gosto das tuas histórias
Gosto da tua dedicação
Gosto que sejas compreensivo
Gosto do teu sentido de responsabilidade
Gosto de quando me chamas de MyQueen
Gosto de passear contigo à beira mar
Gosto de olhar para o telemóvel para ler uma mensagem tua
Gosto de ver a tua janela do Messenger a piscar
Gosto dos teus beijos
Gosto dos teus mimos
Gosto quando me fazes cócegas quase sem querer
Gosto de adormecer abraçada a ti
Gosto de acordar e poder ver-te olhar para mim
Gosto de acordar e poder ver-te a dormir a meu lado
Gosto de te acordar a horas impróprias
Gosto do jeitinho que tens para me acalmar
Gosto de quando tentas ser mau para mim e não consegues
Gosto de te deixar sem saberes o que vem a seguir
Gosto de ser má para ti
Gosto de ser fofa para ti
Gosto de fazer coisas contigo
Gosto que gostes de mim
Gosto de gostar de ti
Porque a vida me levou onde eu não contava chegar. Mas que assim seja.219
218
217
216
215
214
213
212
211
210
209
208
207
205
203
Vou engolindo porque não faço parte do teu mundo. E tenho que aceitar isso.
202
200
199
197
194
192
190
189
187
186
185
184
Todos os dias e noites o medo de te perder atormenta-me, adoece-me, deixa-me parada a um canto, isolada, castrada de todos os sentimentos e o corpo dói-me. Dói-me a alma, dói-me os pensamentos sempre repetidos, as horas que não passam e a tua ausência. Passo horas esquecidas à janela, na esperança de te ver chegar. Por vezes a chuva molha-me o cabelo e confunde-se com as lágrimas que me molham as faces empalidecidas, tristes, alheias. Caminho descalça, no escuro, pelos corredores para me manter acordada.
Mas tu não vinhas.
Lembro-me de te pedir para não deixares de falar comigo, pois sabia que seria mais uma noite de solidão, mas mesmo assim, tu não me ouvias, não lias nos meus olhos que o cansaço e o gelo que estavam a vencer-me, à medida que tu não me ias falando e as forças me iam faltando.
Parece que não quereres saber.
Não compreendes o meu casulo, o meu silêncio. Que mudei por ti.
Estou por vezes só. Muito só. Só comigo mesma.
E não devia ser assim...
182
181
180
179
178
Choro no papel as lágrimas minhas,
Pois não vejo onde mais poder chorá-las.
O meu coração na tua mão tinhas...
Mas com o fero silêncio que calas,
O meu sentimento assim enfarinhas,
Das dúvidas nas indigestas valas
Sinto que o abandonas moribundo...
E, na mão ainda tens o meu mundo.
A nada podes o meu amor pesar,
Esta certeza com fé te garanto;
O meu amor por ti consegue ousar
Até o profanar do sacrossanto;
É o sabor que no sonho vem pousar,
Este sonho que fabrica o espanto.
Só tu não sentes esta maravilha
Que no meu peito para ti fervilha.
Do meu peito não vês as dores,
Nem notas o seu dulcíssimo canto;
Poderás não pisar as suas flores,
De não virar seu doce riso em pranto?
Poderás notar estas ricas cores
Que embelezam este aprazível manto,
Manto de amores que no peito levo,
E das paixões que pra ti eu escrevo?
De emoção na minha alma há torrente,
Lavas que me incendeiam de paixão
E que levam na sua lesta corrente
O amor que por ti me há no coração,
E que me espalham no sangue fremente
Essa louca chama de excitação,
Que faz a minha alma, logo ao te ver,
Dentro de mim não poder se conter.
Há mil coisas que dizer te queria,
Mas, melaço, tudo isso vou guardar
Cá no fundo, onde não há a luz do dia,
Onde não consegue o vento soprar,
Onde está a pálida e triste alegria
Dos ais que me estão a devorar.
[texto de duas leituras]
177
176
Pablo Picasso sobre a fotografia:
''Quando vemos o que pode ser expresso pela fotografia, damo-nos conta de que tudo aquilo não pode mais preocupação da pintura... Por é que o artista insistiria em realizar aquilo que, com a ajuda da objectiva, pode ser tão bem feito? Seria uma loucura, não? A fotografia chegou na hora certa para liberar a pintura de qualquer literatura, anedota e arte do tema. Em todo caso, um certo aspecto do tema pertence, daqui por diante, ao campo da fotografia. Não deveriam os pintores aproveitar a sua liberdade reconquistada para fazer outra coisa? Seria muito curioso fixar fotograficamente, não as etapas de um quadro, mas as suas metamorfoses. Talvez percebêssemos quais os caminhos que o cérebro envereda para a concretização dos seus sonhos. Entretanto, é realmente muito curioso observar que, no fundo, o quadro não muda, que a visão inicial permanece quase intacta, apesar das aparências. Muitas vezes vejo uma luz e uma sombra que pus no meu quadro e empenho-me em quebrá-las, acrescentando uma cor que crie um efeito contrário. Quando essa obra é fotografada, percebo que aquilo que havia introduzido para corrigir a minha primeira visão desaparece, e que, definitivamente, a imagem dada pela fotografia corresponde à minha primeira visão, antes das transformações trazidas contra a minha vontade.''
175
174
173
170
152
150
149
147
Sol quente,
Nevoeiro cinzento ou Chuva fria,
Primavera esperança, Inverno deprimente,
Outono calmo ou Verão ardente.
146
145
144

Eu sou a voz.
A voz da minha alma, entoando notas aos quatro cantos, levando a cada um deles o registo de um mundo colorido pintado de muitas cores, mas vazio na sua essência.
Eu sou eu,
De um tempo que não é meu, procurando resposta para tantos porquês suscitados por acções que não compreendo ou que me recuso a compreender.
Eu sou eu,
Entre a insensibilidade da inteligência, agarrando o sol que me foge gritando silenciosamente por quem não me ouve, gritos que esbatem no vazio da ausência de tudo e nada querer.
Eu sou eu,
A simplicidade e a esperança, a dor e a alegria num horizonte, distante e perto...
Sou eu.
136
129
126
Perdi-te quando mais te queria, e era eu que me queria perder na tua alma vazia, afogar-me no mar revolto dos teus olhos e acordar nas vagas dos teus abraços.
Perdi-te.
Naufraguei neste sonho de nós, de ter e poder abraçar-te em momentos sem fim; e, em cada dia, renovar essa alegria.
Perdi-te quando não podia porque me fazes falta, e a saudade tornou-se num fogo que me queima em cada instante.
Perdi-te quando mais precisava de ti.
125
LEVI A TRIBO MARAVILHOSA, FORTE, ESPECTACULAR BRIOSA NESTE ACANAC NINGUÉM VAI VENCER A LEVI. Paptxiuári uári, Paptxiuári uári, Paptxiuári uári, uoh uoh uoh uoh Paptxiuári uári, Paptxiuári uári, Paptxiuári uári, uoh uoh uoh uoh LEVI!




































